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Adeus, Maestro

20.03.2008

A música  brasileira perdeu nesta quinta-feira, 20, um dos seus maiores arranjadores. Miguel Cidras, o maestro responsável por grande parte dos arranjos das músicas de Raul Seixas, morreu numa clínica em São Paulo, quando se preparava para passar por exames médicos e exercícios de fisioterapia. Ele passou mal repentinamente, foi socorrido, mas não conseguiram reanimá-lo. Nascido em Montevidéu, no Uruguai, Miguel Angel Cidras Rivas  tinha 71 anos. Não haverá velório. O corpo será levado para o crematério da Vila Alpina, onde acontecerá uma cerimônia às 13 horas desta sexta-feira

Além de Raul Seixas, Cidras trabalhou com artistas dos mais variados estilos, como Ney Matogrosso, Alceu Valença, Hyldon, Elba e Zé Ramalho, Tim Maia, Erasmo Carlos, Zé Rodrix e Sidney Magal. Do último, é o autor de seu maior sucesso: Sandra Rosa Madalena, a Cigana. Leia a íntegra

Senador pidão

29.02.2008

Bob Dylan para todos. Com os preços salgados dos ingressos (de R$ 250 a R$ 900) privando muitos fãs até de sonhar em ver a lenda do rock nas duas apresentações da próxima semana em São Paulo, o senador petista Eduardo Suplicy sugeriu à Prefeitura de São Paulo que tente realizar um show gratuito com o cantor no Parque do Ibirapuera. A idéia do senador, fã ardoroso de Dylan e que costuma cantar a clássica ‘Blowin’ in the Wind’ em público em várias ocasiões, é que se aproveite um dia livre na turnê sul-americana do artista para a apresentação ao ar livre. Leia a íntegra

28.02.2008

Apesar da detenção por policiais militares sob alegação não tinha autorização para escalar o Edifício Itália, a sensação ao presenciar a chegada do alpinista francês Alain Robert ao terraço após a façanha era de que não houve muito esforço para impedir a aventura. Leia a íntegra

Alain Robert caminha tranqüilamente para ser preso. Fotos: Márcia Nachbar

Bota pra f…

24.10.2007

Marcelo Nova agora é multimídia. Música, rádio, televisão. Tudo ao mesmo tempo agora na internet. Líder do Camisa de Vênus, derradeiro parceiro de Raul Seixas, língua corrosiva, o roqueiro baiano – no momento alternando a carreira solo com seu eterno conjunto – está à frente do site botapraf.com.br. Com o nome inspirado no grito de guerra surgido e entoado pelo público nos shows do Camisa, o novo palco de Marcelo Nova está há um mês na internet e já conta com três programas em vídeo e outros três em áudio. Leia a íntegra

Tora polêmica

17.10.2007

Uma tora de castanheira derrubada na floresta amazônica e que seria levada para exposições em São Paulo e no Rio de Janeiro provocou um conflito entre ativistas do grupo ecológico Greenpeace e moradores de Castelo de Sonhos, no sudoeste do Pará. Leia a íntegra

05.10.2007

Na sede de uma grande empresa em São Paulo, duas colegas conversam enquanto uma delas copia as músicas de um CD para o seu computador:

– Que CD é esse? pergunta uma delas.

– É um CD com músicas feitas pelo Paulo Coelho…

– Paulo Coelho!? Deix’eu ver…

Após alguns segundos de silêncio olhando a relação de músicas na contra-capa, a  segunda se surpreende:

– Então quer dizer que eu gosto do Paulo Coelho!?  Leia a íntegra

01.04.2007

Um dos principais pontos de interligação do transporte público de São Paulo, o terminal Barra Funda por várias vezes foi palco de tumultos e cenas de violência em dias de jogos dos grandes times de futebol na cidade. Mesmo em partidas de “uma torcida só” era comum – não sei se ainda é – acontecer problemas.

Certa vez, nos anos 90, por muito pouco não fui vítima de um desses tumultos quando voltava da faculdade para casa. Logo após subir as rampas de acesso à parte superior do terminal, deparei-me com vários torcedores do Corinthians correndo na minha direção. Eles pareciam fugir de algo assustador. Um grupo vinha da outra rampa que dá acesso a área onde ficam as bilheterias e outro das escadas rolantes de acesso às plataformas do Metrô e dos trens da CPTM. Muitos subiam as escadas rolantes correndo desesperadamente e pulavam as catracas para fugir do que os perseguia, mas que aquela altura eu ainda não consegui ver o que era. Leia a íntegra no blog Bate-Pronto

Falta meio

01.04.2007

Seja qual for o número de gols que Romário tenha marcado em sua vida, a contagem precisa de um pequeno reparo: o acréscimo de meio gol.

Ao contrário de alguns gols que ninguém viu, o meio gol de Romário foi assistido por milhões de pessoas no mundo inteiro. A proeza que elevaria a conta atual para 999,5 gols aconteceu no finzinho do dramático jogo da seleção brasileira jogo contra a poderosa Holanda nas quartas-de-final da Copa do Mundo de 1994. Leia a íntegra no blog Bate-Pronto.

17.01.2007

Dedos

De tempos em tempos ele volta à cena e sempre causa polêmica. Na falta de um nome melhor, acaba sendo chamado genericamente de “gesto obsceno”. Apesar de simples, o ato de levantar o dedo médio com os outros retraídos tem um efeito devastador. No Brasil, já deu até prisão.

Ao fazer o gesto para os torcedores do Real Madrid no último sábado, o técnico italiano Fabio Capello arranjou mais uma dor de cabeça e entrou para uma galeria que inclui as mais variadas personalidades, muitas delas do mundo esportivo, como o atacante Romário, o ex-senador e cartola Luis Estevão, o ex-corintiano Fininho e até a mulher do técnico Vanderley Luxemburgo. Leia a íntegra no blog Bate-Pronto

26.07.2006

Enquanto toca seu estúdio de gravações num antigo e charmoso sobrado no bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro, Arnaldo Brandão conta a quem interessar as muitas histórias que já viveu ou presenciou na música brasileira. E não são poucas. Orbitando em torno de astros de primeira grandeza, Arnaldo é como um daqueles satélites que por vezes passam despercebidos a olho nu, mas cuja trajetória tem influência direta na órbita do astro principal. Leia a íntegra

TV Estadão | 22.10.2009

Em entrevista ao repórter Jotabê Medeiros, de O Estado de S. Paulo, o biógrafo Paulo César Araújo fala sobre ação judicial que recolheu “Roberto Carlos em detalhes” das livrarias há quase três anos.

Como o embed não funciona, clique aqui para assistir.

por Edmundo Leite, Seção: Geral 02:35:12. n0 blog Bate Pronto do estadao.com.br, em 16/02/2007

Quem usa internet há algum tempo já sabe: quando se recebe o segundo e-mail com a mesma mensagem, vindos de remetentes diferentes, não vai demorar para que vários outros iguais comecem a surgir na caixa postal.

Apesar de os temas dessas correntes serem variados, geralmente os que predominam são aqueles textos com alguma sacada sobre o modo de ver a vida atribuída ao Arnaldo Jabor ou ao Verissimo, outros do estilo ‘brasileiro indignado’, que surgem após aumento de salário dos deputados e de crimes de grande repercussão, ou aqueles panfletários, de mobilização em favor de uma causa.

Mesmo ofuscada pela comoção em torno da morte de um garoto num assalto no Rio de Janeiro, uma velha causa nacional voltou a ganhar força nos botões “encaminhar” dos outlooks e afins nos últimos dias: a rivalidade entre os pilotos Ayrton Senna e Michael Schumacher.

A coisa dessa vez começou, no dizer das mensagens, “quando um brasileiro descobriu a parada e começou a começou a espalhar o link para todos os brasileiros.” A parada, no caso, era uma enquete do jornal italiano Corriere della Serra, que perguntava aos seus leitores qual o maior piloto de Fórmula 1 de todos os tempos? E como no momento que esse brasileiro descobriu a parada o alemão estava (como muitas vezes em sua carreira) vencendo, iniciou-se a cruzada virtual em prol do “nosso campeão”.

Como a campanha se propagou com uma velocidade que faz juz ao tema, Senna logo ultrapassou Shumacher e nesse momento (23h de quinta-feira) ocupa a pole position com 62,4% dos respeitáveis mais de três milhões de votos. O que significa que pelo menos dois milhões de cliques foram dados em favor do brasileiro.

Mesmo que o número de votos não corresponda ao número real de pessoas (apesar dos mecanismos adotados pelo site para impedir o voto múltiplo é possível que os mais fanáticos tenham dado um jeito de votar várias vezes) é uma cifra respeitável.

Tirando o aspecto divertido da coisa, que é aquele espírito de porco típico de adolescente que tem capacidade de melar coisas pretensamente sérias (como uma torta na cara jogada de engravatados), a quantidade milionária de votos diz respeito a outras questões que vão além da pergunta sobre quem foi o melhor piloto de todos os tempos, impossível de ser respondida.

Um post num blog com link para a enquete, conclamava: “Vote no Senna (rápido!).” É como se dissesse “mexeram com um de nós, vamos pro pau!”. Reflexão zero, apesar de estar num blog que costuma se autoproclamar bem-pensante.

Um mandamento não escrito, mas seguido cegamente por outros bem-pensantes, reza que interatividade é fundamental para o sucesso na internet. Seguida como dogma, a busca pela interatividade faz com que enquetes como essa do jornal italiano proliferem. E com a recente obrigação de outra interatividade, a dos jornais impressos com o seu braço internético, cada vez mais essas sondagens são usadas como fonte para matérias jornalísticas. Na maioria das vezes não passam de algo do tipo “leitor prefere isso a aquilo ou é contra tal medida”.

Qual a importância dessa opinião, comprovadamente contaminada, como mostra esse caso, que não a de satisfazer um impulso cliqueiro insano do leitor? E porque esse leitor – no caso o brasileiro – não se contenta em aproveitar a oportunidade de conhecer o que pensam os italianos sobre o assunto? Não seria muito mais interessante saber que os italianos acham Schumacher melhor que Senna, do que ver o brasileiro vencedor de uma espécie de gincana colegial de dimensão desproporcional?

E, para que esse post não fique deslocado do assunto que o originou e da seção de esportes, mais algumas questões: porque os brasileiros não podem se perguntar se o Schumacher não terá sido mesmo melhor que o Senna? Será que o Senna, que antes mesmo daquele 1994 via Schumacher cada vez mais perto em seu retrovisor, já não estava com aquela sensação desagradável de ver que chegou o dia – nunca esperado – de que um novato tão ou mais talentoso começa a ocupar o seu lugar?

Não responda a essas perguntas. Todos os comentários serão deletados.

Morre o ’sócio’ Narciso, ícone da boemia de SP. Câmbio final
Fundador do folclórico bar “Cu do Padre”, Narciso Moreno, morre aos 81 anos

Texto publicado originalmente no Estadao.com.br em 2 de março de 2009, 17:13

Edmundo Leite

- O que vai querer, sócio?

- Uma de morango, sócio.

- Saindo uma de morango, câmbio.

O diálogo que embalou gerações de boêmios paulistanos que frequentaram o pequeno bar de Pinheiros especializado em batidas perdeu seu principal interlocutor. Morreu na semana passada, aos 81 anos, Narciso Moreno, fundador do folclórico boteco conhecido como “Cu do padre”. O nome oficial – “Bar das Batidas” – só mesmo numa pequena placa luminosa e – por formalismo ou pudor – nos guias de bares dos jornais e revistas. No mundo real, era mesmo conhecido pelo nome sacana, que (como todo bom apreciador dos prazeres etílicos da cidade sabia) se originou da localização do bar: uma esquina aos fundos da igreja do Largo de Pinheiros, que também ninguém chama pelo nome oficial, Nossa Senhora de Mont Serrat.

Um dos bares mais antigos da cidade ainda em atividade tocado pelo mesmo dono, foi fundado em 1957, quando bondes e cavalos ainda circulavam pela região. Ao longo dos mais de 50 anos no balcão onde preparava as deliciosas batidas de frutas, o “Sócio”, como chamava a todos os fregueses e como era chamado por todos, viu passar por ali boêmios de todas as espécies: universitários que ainda usavam gravatas, as primeiras minissaias, hippies com calças boca-de-sino e cabelos compridos, coloridos new-waves, playboys, mauricinhos e patricinhas.

Seja pelo nome, pelas saborosas batidas, pela intimidade que concedida no tratamento aos fregueses, pelo cenário composto de velhas garrafas e peças de frios cobertos por uma espécie de lava vulcânica acumulada pelo tempo, como aqueles objetos achados nas ruínas de Pompeia, ou por tudo isso junto, tornou-se um clássico da noite de São Paulo.

A preparação das bebidas – que por muitos anos foi feita junto com o irmão Mario, falecido há alguns anos – seguia um ritual. Após anotar mentalmente os pedidos de vários fregueses, sempre com “sócio” na pergunta e “câmbio”, do jargão das conversas por rádio na resposta, seguia-se o enfileiramento dos copos para o início de um pequeno show. Primeiro um malabarismo com o gelo e as pedras sendo atiradas com precisão aos copos.

Depois vinha a seleção dos ingredientes, que ficavam dispostos numa prateleira atrás do balcão: das garrafas plásticas saíam os sucos de frutas batidas previamente naqueles liquidificadores bem antigos. Das garrafas de bebidas alcoólicas estrategicamente viradas, de modo que o rótulo não ficasse visível, vinha a combinação que temperava as batidas. O mistério de não saber exatamente do que se tratava o coquetel era um dos charmes. Para finalizar, os canudinhos atirados no líquido consistente e a distribuição aos fregueses: “morango, câmbio…”; “côco, câmbio…”; “maracujá, câmbio…”

Nos últimos tempos, por causa da idade e os problemas de saúde, já não havia mais a agilidade para o malabarismo e nem a rapidez para preparar várias batidas ao mesmo tempo. Mesmo com um câncer diagnosticado há cinco anos, o Sócio deu expediente no balcão até 15 dias antes da morte, na segunda-feira de carnaval. Fazia questão de preparar pessoalmente as batidas e os sanduíches – o de calabresa era o mais tradicional – que fizeram a fama do local.

Apesar da proximidade, a missa de sétimo dia do Sócio, no domingo, 1º, não foi na igreja que serviu de batismo ao boteco, mas em outra pouco mais adiante: a da Nossa Senhora Mãe do Salvador, que também não é conhecida por seu nome oficial, mas pelo apelido, a “da Cruz Torta”. Outros desses nomes que causam interrogação na primeira audição, mas que instantaneamente se incorporam ao vocabulário após a constatação de que não há nome mais apropriado. Assim como Sócio, que completaria 82 anos hoje. Câmbio final.

* Obs.: No texto original o nome do estabelecimento foi grafado “C. do Padre”

As aventuras de Raul Seixas na Cidade de Thor
Autor: Raul Seixas
Editora: Shogun Arte (1983)

Raul Seixas por ele mesmo
Autor: Sylvio Passos (organização)
Editora: Martin Claret (1990)

Raul Seixas - Uma Antologia Raul Seixas, uma antologia
Autores: Sylvio Passos e Toninho Buda
Editora: Martin Claret (1992)

bauraul O Baú do Raul
Autor: Raul Seixas
Seleção de Kika Seixas, Organização e apresentação de Tárik de Souza
Editora: Globo (1992)

Raul Seixas – Eu quero cantar por cantar
Autor: Ayrton Mugnaini Jr.
Editora: Nova Sampa (1993)

Raul Seixas - O Sonho Da Sociedade Alternativa Raul Seixas e o Sonho da Sociedade Alternativa
Autor: Luciana Alves
Editora: Martin Claret (1993)

Raul Seixas, Musicalmente falando
Autor: Thais de Moraes
Editora: Nova Sampa (1994)

Raulseixismo
Autor: Costa Senna
Editora: Nova Sampa (1994)

Raul Seixas Forever
Autor: Madiel Figueiredo
Editora: Ataniense (1994)

Raul Seixas Rock Book
Autor: Kika Seixas (organização)
Editora: Griphus (1994)

raulrockbook Raul Rock Seixas
Autor: Kika Seixas (pesquisa, organização e edição)
Editora: Globo (1995)

Raul Seixas, o Metamorfônico
Autor: Isaac Soares de Sousa
Editora: Colleta (1995)

Raul Seixas – O Trem das Sete
Autores: Luciana Alves, Toninho Buda, Drago, Jairo Ferreira, Zelinda Hypólito, Ayrton Mugnaini Jr., Costa Senna
Editora: Nova Sampa (1995)

Raul Seixas – A trajetória de um ídolo
Autor: Thildo Gama
Editora: Pen (1995)

Raul Seixas – Entrevistas e depoimentos
Autor: Thildo Gama
Editora: Pen (1997)

raultriangulo O Triângulo do Diabo – Opus 666
Autor: Jay Vaquer
Editora: Girl Press (1999)

A Paixão Segundo Raul Seixas A Paixão Segundo Raul Seixas
Autor: Toninho Buda
Editora: Maya (1999)

Dez Anos Sem Raul Seixas
Autores: Tiago Sotero de Sá & Mirella Franco Barrella
Editora: Castelhan (1999)

Luar aos Avessos
Autor: Angelo Sastre
Editora: Scortecci (1999)

Raul Seixas – biografia
Autor: Regina Echeverria
Editora: Três – Coleção Gente do Século (1999)

raulelton Raul Seixas – A História que não foi contada
Autor: Elton Frans; redação de Roberto M. Moura
Editora: Irmãos Vitale (2002)

Raul Seixas: A Verdade Absoluta – Filosofias, Políticas e Lutas
Autor: Mário Lucena
Editora: McBel Oficina de Letras (2002)

Raul Seixas – Dez Mil anos à frente
Autor: Marco Haurélio
Editora: M2Mídia (2003)

Raul Seixas e a modernidade: Uma Viagem na contramão
Autor: Sonielson Juvino Silva
Editora: Marca de Fantasia (2004)

Raul no Caldeirão
Autor: David E. Martins
Editora: Catedral das Letras (2005)

O Baú do Raul Revirado O Baú do Raul Revirado
Autor: Silvio Essinger
Editora: Ediouro (2005)

30 Anos de Rock: Raul Seixas e a cultura brasileira
Autor: Dílson César Devides
Editora: Corifeu (2007)

Vivendo A Sociedade Alternativa: Raul Seixas no seu tempo Vivendo A Sociedade Alternativa: Raul Seixas no seu tempo
Autor: Luiz Lima
Editora: Terceira Margem (2007)

O Protesto dos Inconscientes – Raul Seixas e a Micropolítica
Autor: Juliana Abonizio
Editora: ECCO UFMT (2008)

Krig, Há Bandolo! Cuidado, Aí Vem Raul Seixas Krig, Há Bandolo! Cuidado, Aí Vem Raul Seixas
Autor: Rosana da Câmara Teixeira
Editora: 7 Letras FAPERJ (2008)


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Além de ser uma super arena multi-uso (abriga de shows a lutas de vale-tudo) fica ali o John Lennon Museum

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